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FISIOTERAPIA VASCULAR

Você conhece a importância da Fisioterapia Vascular?

A fisioterapia vascular tem papel importante no processo de prevenção e recuperação de danos causados pela doença venosa crônica (DVC), com técnicas adequadas e focadas no quadro clínico da doença.

A atuação da fisioterapia vascular precocemente  pode aliviar os sintomas da doença, reduzir o risco de úlceras venosas e melhorar a qualidade de vida do portador de DVC.

Esta nova modalidade de reabilitação ira atuar melhorando o retorno venoso, minimizando a retenção de líquidos e a formação de linfedema, prevenindo fibroses e conseqüentemente diminuindo as dores em membros inferiores,

Se você vai passar por um procedimento cirúrgico, não coloque em risco seus resultados e sua satisfação.

Procure nossos serviços, lembre-se que a fisioterapia pós-cirúrgica é tão importante quanto a cirugia, e a escolha de um bom profissional para  atendê-lo com os melhores recursos disponíveis é primordial para o resultado final ser satisfatório.

Na CORD, a responsabilidade pelos tratamentos de fisioterapia vascular e domiciliares, fica a cargo da Dra.Débora Gomes. 

 

Qual é a sua dor? O que ela representa? 

A dor crónica é um fenómeno biopsicossocial muito complexo, sendo difícil de avaliar e tratar exigindo uma abordagem multidisciplinar

A dor pode ser definida como uma experiência sensorial e emocional desagradável, decorrente ou descrita em termos de lesões teciduais reais ou potenciais. Cada pessoa reage a dor baseado em suas experiências, pois ela pode estar no corpo, na mente, no cotidiano, na história de vida, ou melhor, ela é multidimensional.

Portanto, é fundamental uma avaliação completa do paciente, além da necessidade de uma equipe multidisciplinar que irá elaborar um plano abrangente de tratamento, com foco em atingir objetivos mensuráveis. O fisioterapeuta faz parte desta equipe, pois ele atua na identificação, controle da dor e da recuperação física funcional dos pacientes.

As estratégias de mindfulness e acupuntura  estão sendo promissoras na abordagem do doente com dor crónica, não apenas pela sua ação direta sobre a intensidade da dor, reduzindo o consumo de opióides mas também pelo seu papel na otimização de algumas comorbidades.